Confiando em sistemas imprecisos: tanto tecnológicos quanto humanos

Ao traçar paralelos entre as relações ser humano-máquina e ser humano-ser humano, esses autores defendem interfaces de máquinas que admitem que podem errar – e, portanto, ganham maior confiança do que quando fingem ser infalíveis – mas não são. Eles usam sua pesquisa sobre o uso de sistemas GPS para provar.

O artigo completo está disponível somente em inglês.

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